Técnico de Comunicação e Serviço Digital Técnico de Comunicação e Marketing Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos Técnico Comercial Multimédia Informática  
  Técnico de Turismo Técnico de Organização de Eventos Técnico de Organização de Eventos    
    Cabeleireiro Unisexo Assistente de Cuidados de Beleza Assistente Administrativo Operador Informática   Adultos Formação Modular Certificada    
 
 
 
 
A escola
 
 
   
     
 
História
 
Entidade Proprietária
A Escola Profissional do Infante é uma instituição de ensino sem fins lucrativos, de natureza privada, que prossegue fins de interesse público e goza de autonomia pedagógica, administrativa e financeira, sujeita à tutela científica, pedagógica e funcional do Ministério da Educação.

Criada por Contrato-Programa com o Ministério da Educação, nos termos do Decreto-lei n.º 26/89, de 21 de Janeiro, e em pleno funcionamento desde julho de 1990.

Situa-se em Vila Nova de Gaia, o quarto concelho do país, em termos de população residente. Aglutinando vinte e quatro freguesias, pode dizer-se que as suas características fundamentais, em termos de tecido económico, passam por:

• uma notória desertificação do mundo rural;

• um desenvolvimento forte da indústria metalomecânica pesada;

• um notável investimento no domínio do comércio e serviços, setores onde a percentagem de empregabilidade global ronda os 60%;

• um setor da construção civil em permanente e franca evolução.

  A D. Sancho - Ensino, Lda. é uma sociedade por quotas, e é a entidade proprietária da Escola Profissional do Infante, conforme:

AUTORIZAÇÃO PRÉVIA DE FUNCIONAMENTO Nº 100

Nos termos do artigo 2º do Decreto -Lei nº 71/99, de 12 de março, e para os efeitos previstos no art. 14º do Decreto - Lei nº 4/98, de 8 de janeiro, foi concedida autorização de funcionamento à ESCOLA PROFISSIONAL DO INFANTE, cuja entidade proprietária é D. Sancho - Ensino, Lda.

O estabelecimento de ensino fica autorizado a ministrar, nas instalações e demais condições indicadas, os cursos profissionais previstos nos art. 6º e 7º. Do Decreto - Lei 4/98, de 8 de janeiro, bem como os cursos e atividades de formação previstas nos números 1 e 2, do art. 10º, do mesmo Decreto - Lei.
 
TIC na Escola
   
A Escola Profissional do Infante tem apostado na qualidade das suas infra-estruturas, tanto a nível de espaços físicos como a nível de equipamentos. Consciente da nova realidade e das novas exigências, a direção fez uma forte aposta em novas tecnologias, estando atualmente a escola equipada com o mais moderno material informático, destacando-se uma rede de dados, com inúmeras potencialidades de utilização.

Este equipamento serve de suporte a todos os serviços pedagógicos, administrativos e financeiros, estando implementado um sistema de informação integrado de gestão pedagógica e administrativa (inclui sumários electrónicos nas salas de aulas, integração com os serviços administrativos e financeiros). Todas as salas de aulas estão equipadas com um computador, ligado em rede, que permite aos professores aceder ao livro de ponto eletrónico, conteúdos programáticos e notas dos alunos. Permite ainda o acesso à Internet, podendo o professor, em qualquer disciplina, lecionar aulas interativas, através de projeção multimédia.

Os alunos têm à sua disposição vários computadores diretamente ligados à Internet durante todo o período escolar. Existem também duas salas (laboratórios de informática) equipadas com 28 computadores cada, ligados em rede e com acesso à Internet.



  AS TIC na escola do Presente, que se pretende uma escola do Futuro

As mudanças rápidas que ocorrem na Sociedade, cada vez mais uma Sociedade da Informação, onde o conhecimento se assume como principal capital, obrigam a um repensar da educação e à reconceptualização do processo de aprendizagem. É neste novo processo de aprendizagem que se justifica rever a utilização das tecnologias da informação e comunicação (TIC), na criação de uma escola que poderá ser cada vez mais "on-line", uma escola que poderá estar permanentemente aberta, tal como defendia Agostinho da Silva: "A Escola deve ser um local aberto onde as pessoas com curiosidade vão perguntar coisas sempre que o desejem", em que cada aluno poderá organizar o seu próprio horário, à medida das suas necessidades e apetências.

No entanto, se a Internet é já uma ferramenta capaz de unir vontades e desafiar conceitos de espaço de tempo na educação, não podemos esquecer que a sala de aula continuará a ser um local privilegiado de encontro "face a face", onde a convivência é uma experiência social indispensável, e onde a tecnologia coloca os desafios mais significativos à educação.

Nesse sentido, é fundamental gerar mecanismos que levem as pessoas a repensar as suas atitudes e perspetivas acerca dos recursos e ferramentas informáticas que hoje estão ao nosso dispor, e da sua importância na aprendizagem da nova escola. Partilhar resultados de experiências realizadas por outros, sensibilizar para os novos recursos, apresentar projetos já realizados na Internet, observar computadores disponíveis com atividades na sala dos professores, podem fazer a diferença entre a apatia e o empenhamento de todos os que, de alguma forma, desejam ser professores do novo milénio.

Para além disto, há que repensar o papel central dos alunos como agentes ativos de uma mudança necessária e da importância cada vez maior da formação de professores. No entanto, a adesão a estes novos recursos e a sua integração na prática letiva têm de passar, antes de mais, por uma grande abertura de espírito, que implica uma mudança de atitude e de postura por parte de todos os intervenientes no processo educativo.
 
Visão
   

A EPI considera que o ensino profissional ocupa um papel determinante na construção do futuro da sociedade em geral e ambiciona responder às necessidades educativas e formativas dos jovens, dos adultos e do tecido económico e social bem como às expectativas dos organismos que tutelam a formação profissional.

  Os jovens e adultos que fazem parte da comunidade educativa da EPI atingirão níveis de desenvolvimento integral que lhes facilitará uma vida plena de oportunidades nas dimensões profissional, familiar e social e serão cidadãos capazes de contribuir para o desenvolvimento de uma sociedade aberta, pluralista, democrática, mais justa e solidária.
 
Missão
   

A EPI ministra aos seus alunos e formandos uma formação de qualidade, de maneira a que desenvolvam saberes e competências que lhes permitam iniciar um percurso formativo, ao longo da vida, permitindo-lhes também o acesso a estudos superiores ou à inserção no mercado de trabalho, conforme os seus projetos de vida.

A formação ministrada na EPI é sustentada na excelência de um processo educativo integral, conduzido e concretizado por profissionais de reconhecida ética e competência.

Para garantir a excelência do processo educativo, a EPI avaliará, de forma sistemática e contínua, os resultados da sua atividade.

A direção da EPI promoverá a melhoria contínua de todos os seus processos e uma cultura de inovação associada à busca permanente das melhores oportunidades de aprendizagem para os seus alunos.

Assim, a EPI tem como missão, formar cidadãos, proporcionando-lhes formação qualificante e know-how efetivo que lhes permita um bom desempenho profissional e uma plena integração no mundo laboral, contribuir para o exercício de uma cidadania ativa e consciente dotando-os também de valores estruturantes da nossa sociedade como a democracia e humanismo, desenvolvendo o sentido de solidariedade e tolerância, responsabilidade e rigor.





  Neste sentido a EPI:

a) Organiza a formação nos diversos níveis de educação e formação, integrados em percursos diversificados de qualificação profissional, com vista a dotar os jovens e adultos que a procuram, de saberes e competências que lhes propiciem uma melhor inserção no mundo do trabalho;

b) Desenvolve mecanismos de aproximação entre a escola e as instituições económicas, profissionais, associativas, sociais e culturais do respetivo tecido social, bem como entre a escola e as instituições públicas locais;

c) Faculta aos alunos contactos com o mundo do trabalho e experiência profissional, preparando-os para uma adequada inserção socioprofissional, através de uma alargada rede de empresas;

d) Promove, conjuntamente com outros agentes e instituições locais, a concretização de um projeto de formação de recursos humanos qualificados, que responda às necessidades do desenvolvimento integrado do país, particularmente nos âmbitos regional e local;

e) Faculta aos alunos uma sólida formação geral, científica e tecnológica, capaz de os preparar para a vida ativa e para o prosseguimento de estudos;

f) A EPI tem, ainda, por missão promover o reconhecimento, a validação e a certificação das competências adquiridas ao longo da vida, através das vias formais e não formais.
 
Valores
   
A vida social é pautada por valores e significações valorativas.

Os valores orientam a nossa vida e influenciam as nossas decisões, conduzindo, em parte, as nossas preferências.

Entendemos os valores como ideias abstratas que definem o que é considerado importante ou desejável.

Quando reconhecemos valor às coisas, inclinamo-nos a ter uma atitude favorável em relação a elas, que se reflete nos nossos comportamentos, recomendações e escolhas.



  Tendo em consideração as relações intra e interpessoais de cada ser humano, identificaram-se três ordens de valores, que se caracterizam segundo as relações do indivíduo consigo próprio, com os outros indivíduos e com o meio.

Assim, o projeto educativo da EPI requer de todos os membros da comunidade educativa uma identificação com os três grandes domínios de valores referidos, a saber: autonomia, respeito e liderança.

Todos os membros da comunidade educativa cultivam as suas relações em torno destes três domínios de valores, que se constituem como pilares da formação dos alunos da EPI e da convivência no seio da comunidade.

Seguidamente, apresenta-se cada um destes domínios com uma breve explicação do seu significado e com os valores em relação aos quais a comunidade da EPI manifesta a sua concordância.
AUTONOMIA

Aplicação de procedimentos e ferramentas para a autodeterminação e para a construção da própria identidade.


Liberdade: respeito por si mesmo e projeção do desenvolvimento pessoal, num quadro de exercício de direitos e cumprimento de deveres; busca pessoal do conhecimento e do pluralismo.

Responsabilidade: obrigação de responder pelos próprios atos e pelos seus efeitos.

Honestidade: integridade no pensar, no dizer e no agir.

Perseverança: insistência no desenvolvimento de processos e no alcance de objetivos.

  RESPEITO

Baseia-se numa abertura à alteridade, a qual implica não só uma compreensão e um reconhecimento da diversidade, mas também uma disposição ativa para a não discriminação.

Verdade: enquanto identificadora da realidade, corresponde à forma como as coisas são, é a base da confiança e nada é mais importante para as relações interpessoais do que a confiança.

Tolerância: consideração pelos enunciados e práticas prescritas e aceites livremente pela comunidade; chave para entender e respeitar a diversidade em contextos locais e de globalização.

Solidariedade: adesão circunstancial a uma causa de outros, através da empatia e do esforço para apoiar a melhoria de uma condição ou situação.

Participação: capacidade de partilhar objetivos comuns e de contribuir para os alcançar, valorizando as contribuições de todos e privilegiando os interesses coletivos em detrimento dos pessoais.
LIDERANÇA

Capacidade de ação inovadora e exemplar no meio. Habilidade de influenciar pessoas para trabalharem entusiasticamente, visando atingir os objetivos identificados como sendo para o bem comum.

Excelência: gosto pelo trabalho individual e coletivo de qualidade, somado ao esforço de preparação e de superação para o alcançar.

Pro-atividade: impulso para a frente, iniciativa para identificar caminhos e para os seguir, precedida ou acompanhada pelo conhecimento e pela reflexão.

Compromisso: coerência da história pessoal com os valores assumidos, e adesão ativa a ideias, pessoas e causas, com respeito pelos direitos dos demais.

   
 
Objetivos, Metas e Atividades
   
O conjunto de objetivos e atividades que se seguem fundamentam-se em bases diagnósticas sólidas, designadamente no conhecimento do meio local, dos seus problemas e das suas necessidades, no conhecimento e reconhecimento da identidade da EPI, dos seus valores, da sua cultura e da sua história, nos diversos relatórios de avaliação da sua atividade, nos inquéritos de avaliação da satisfação dos seus alunos e formandos e da comunidade local, que serve, nas reflexões do seu conselho consultivo e na análise SWOT feita pelos seus colaboradores.   No âmbito de cada domínio de intervenção, foram:

Identificados os principais problemas;
Traçados os objetivos;
Definidas estratégias de operacionalização;
Definidas as metas a atingir;
Identificados os indicadores de avaliação que permitirão determinar se o caminho seguido possibilita atingir as metas estabelecidas para consolidar uma escola de sucesso.
 
1.1. Adequação da oferta formativa ao tecido empresarial

Problemas identificados:

Instabilidade a nível da definição das áreas prioritárias de formação a nível nacional;
Contingências financeiras que dificultam o alargamento da oferta formativa;
Sobreposição das ofertas formativas ao nível das escolas públicas e privadas da região.


OBJETIVOS
   
Alargar o leque de oferta formativa da escola e responder positivamente ao plano estratégico nacional de cumprimento da escolaridade obrigatória de 12 anos.

Proporcionar uma oferta formativa adequada às necessidades das empresas da região.


ESTRATÉGIAS / AÇÕES
  Divulgar de forma eficaz as ofertas formativas existentes na escola.
Consolidar a oferta formativa ao nível dos cursos profissionais;

Diversificar a oferta formativa passando a ministrar outras modalidades de formação;


METAS
  Investir na divulgação de atividades e oferta formativa da escola utilizando meios diversificados;

Com o CQEP, assegurar uma boa dinâmica no auxílio e na orientação vocacional dos alunos.
Diversificar a oferta formativa, tendo em conta do diagnóstico das prioridades formativas efetuado a nível nacional, regional e local.

Adequação da oferta formativa às necessidades de contratação de recursos humanos das empresas da região.


INDICADORES DE AVALIAÇÃO
  Aumento da procura de candidatos aos cursos oferecidos pela escola.
Diversidade da oferta formativa.

Registo da escola das divulgações da oferta formativa junto do público-alvo;

Registo da escola da participação em feiras; Pareceres do Conselho Consultivo;
  Inquéritos de necessidades de recursos humanos realizados às empresas da região;

Número de inscrições de candidatos a alunos.
1.2. Promoção do sucesso educativo

Problemas identificados:
Necessidade de aumentar a qualidade dos resultados escolares.

Dificuldades na aplicação de conhecimentos do domínio da língua materna, designadamente no que respeita à compreensão e interpretação, no âmbito das demais disciplinas do currículo.

Falta de hábitos e métodos de trabalho de uma grande percentagem de alunos.


OBJETIVOS
 


Reduzidas vivências culturais de uma significativa percentagem de alunos.

Incipiente consciencialização do valor do processo educativo na formação integral dos discentes por parte de um significativo número de alunos.
Melhorar os resultados obtidos pelos alunos dos cursos profissionais.

Promover o sucesso de todos os alunos;

Promover a melhoria dos resultados globais obtidos e a qualidade das aprendizagens na disciplina de português.

Fomentar o espírito de inovação, experimentação e criatividade;

Fomentar a formação de cidadãos com uma educação sólida e equilibrada, e com os conhecimentos e as competências necessárias ao perfil profissional do curso que frequentam;


ESTRATÉGIAS / AÇÕES
  Promover uma cultura de exigência e de responsabilização;

Promover metodologias de ensino e aprendizagem adequadas a processos de ensino diferenciados e à natureza individual de todos os alunos, utilizando métodos e estratégias motivadoras e inovadoras que tenham como referência central a capacidade, interesses e o ritmo de aprendizagem dos alunos;

Incentivar a implementação de projetos de complemento curricular;

Proporcionar uma formação prática capaz de responder às exigências do mercado de trabalho.
Aumentar a empregabilidade dos alunos que concluem o ensino profissional.

Promoção do conhecimento técnico através da realização de projetos orientados para o perfil profissional do curso.

Criação e implementação de mais-valias competitivas orientadas para o perfil profissional de cada curso;

Promover e orientar a criação de e-portefólios dos alunos;

Incentivo à pesquisa com rigor e sentido crítico, fomentando a produção pessoal e original de trabalhos.

Responsabilização dos alunos pelo cumprimento de prazos e regras.

Valorização da inovação.

Organizar a sala de apoio educativo de forma a responder às necessidades dos diferentes alunos, dinamizando-a com materiais didáticos adequados aos diferentes níveis de desempenho dos alunos;


METAS
  Desenvolver projetos / atividades interdisciplinares nos domínios técnicos de cada curso;

Valorizar os quadros de mérito e excelência;

Dinamizar e valorizar as TIC de modo transversal;

Valorizar a autonomia e a criatividade em todo o processo educativo.

Otimização interdisciplinar dos projetos de turma.

Apoiar a integração dos diplomados pelos cursos profissionais no mercado de trabalho.

Apoio administrativo às empresas / instituições que pretendam contratar alunos diplomados da escola ao nível da candidatura a estágios profissionais
90% dos alunos concluem o curso com sucesso.

80% dos alunos estão empregados ou no ensino superior no prazo de um ano após conclusão dos cursos.

Reduzir o número de módulos em atraso em 5%;


INDICADORES DE AVALIAÇÃO
  Aumentar as médias escolares em 5%;.

Aumentar as médias obtidas na Prova de Aptidão profissional em 5%;

Aumentar as médias obtidas na Formação em contexto de trabalho em 5%;.
Taxa de conclusão do curso;

Taxa de inscrição para exame;

Número de alunos a usufruir de apoio acrescido nas áreas que se manifestam maiores dificuldades.

Registo da escola sobre as classificações finais obtidas pelos alunos e certificados emitidos.

Taxa de alunos empregados;

Taxa de alunos empregados na área da sua formação;

Prosseguimento de estudos.
  Inquérito ao universo de ex-alunos sobre a sua situação profissional.

Taxas de módulos em atraso;

Qualidade E-Portefólios dos alunos;

Avaliação das mais-valias competitivas implementadas;

Médias finais dos alunos;

Médias obtidas na prova de aptidão profissional;

Médias obtidas na formação em contexto de trabalho.
1.3. Integração do aluno no ambiente escolar

Problemas identificados:
Baixa participação e acompanhamento dos encarregados de educação.

Baixa escolarização dos encarregados de educação;


OBJETIVOS
 

Nível socioeconómico das famílias dos alunos baixos;

Baixa motivação dos alunos para o estudo.
Continuar a prevenir o abandono/insucesso através da despistagem precoce de inadaptações e dificuldades, proporcionando um acompanhamento adequado e prevendo orientações vocacionais diferenciadas.

Envolver os alunos em projetos de turmas / curso / escola.


ESTRATÉGIAS / AÇÕES
  Promover um maior envolvimento dos Encarregados de Educação no acompanhamento do percurso dos seus educandos.

Valorizar o cumprimento da disciplina, da assiduidade e da pontualidade.
Avaliação diagnóstica e formativa, de forma a detetar, o mais cedo possível, dificuldades.

Fomentar o contributo dos encarregados de educação e responsabilizá-los pelo acompanhamento da vida escolar dos seus educandos;

Identificação e monitorização de diferentes ritmos de aprendizagem ou outras necessidades dos alunos que impliquem a individualização da intervenção pedagógica, psicológica e socioeducativa.

Acompanhamento personalizado do percurso dos alunos.


METAS
 

Implementação de modalidades de apoio educativo que correspondam às efetivas necessidades dos alunos.

Afetação de recursos humanos para o acompanhamento mais individualizado dos alunos.

Realização de ações que promovam a frequência escolar, nomeadamente, atividades desportivas, artísticas e outras.

Maior valorização da participação dos alunos em todas as atividades.

Diminuir o abandono escolar em 3%.

Manter os contactos regulares com Encarregados de Educação.


INDICADORES DE AVALIAÇÃO
  Realização de atividades envolvendo toda a comunidade educativa.

Incremento do número de alunos que participam nas atividades.
Registo da escola sobre as desistências dos alunos.

Registo dos contactos regulares com os Encarregados de Educação;
  Número de atividades direcionadas a toda a comunidade educativa;

Número de alunos que participam nas atividades.
1.4. Relações com a comunidade

Problemas identificados:
Necessidade de melhorar a qualidade da participação das forças vivas da comunidade.


OBJETIVOS
   
Assegurar o estabelecimento de parcerias e protocolos.



ESTRATÉGIAS / AÇÕES
  Projetar a identidade da escola.
Consolidação dos protocolos já firmados com várias empresas;

Elaboração de novos protocolos/parcerias.

Manter atualizada a página da internet da escola;

Reforçar as parcerias necessárias à prossecução dos objetivos do PE;

Disponibilizar a utilização das instalações da escola pela comunidade em atividades de formação pós-laboral e eventos de cariz sociocultural;

Investir na melhoria da imagem da Escola, maximizando, a este nível, as parcerias com a imprensa local e regional;


METAS
 

Valorizar os projetos que contribuem para afirmar a identidade da escola no exterior.

Preservar os valores identitários da Escola;

Dar a conhecer a Escola à comunidade;

Desenvolver o sentimento de pertença a uma comunidade

Aumentar a bolsa de parcerias e protocolos em 10% por ano.

Alargar o âmbito dos protocolos e parcerias, nomeadamente com instituições do ensino superior.


INDICADORES DE AVALIAÇÃO
  Realizar pelo menos duas atividades promotoras de valores de cidadania e sã convivência entre todos os elementos da comunidade escolar por ano letivo.
Número de parcerias e protocolos celebrados com empresas/ instituições.   Número de atividades promotoras dos valores de cidadania realizadas.
1.5. Articulação curricular e avaliação do processo pedagógico

Problemas identificados:
Incipiente interiorização do projeto educativo por todos os membros da comunidade educativa.

Dificuldades na articulação entre os diferentes documentos orientadores.



OBJETIVOS
 


Alguma ineficiência na comunicação entre disciplinas / componentes.

Dificuldades de articulação horizontal e vertical de cada curso.
Assegurar articulação integrada de conteúdos e competências.

Melhorar a articulação pedagógica

Fomentar encontros de trabalho/reflexão entre professores por forma a efetuar uma articulação vertical de estratégias e conteúdos

Promover a articulação entre os diferentes documentos orientadores dos valores da escola


ESTRATÉGIAS / AÇÕES
  Assegurar a aplicação de metodologias de avaliação que permitam aos alunos a consecução dos seus objetivos educacionais e aos professores a monitorização das atividades desenvolvidas

Consolidar uma prática de autoavaliação
Reflexão sobre práticas e metodologias, visando a convergência de abordagens e a resolução de problemas.

Promoção de projetos/atividades de natureza interdisciplinar.

Consolidação de metodologias de trabalho em grupos alargados de docentes.

Promoção do diálogo e interação entre as diferentes estruturas educativas, consolidando processos de implementação de decisões participadas.

Procura partilhada, coletiva, de soluções que facilitem e melhorem o funcionamento da escola.

Fomento da monitorização da autoavaliação.

Criar condições para garantir a apropriação do projeto educativo pela comunidade;


METAS
  Procurar a efetiva articulação e coerência entre os vários documentos estruturantes da ação educativa;

Definir um modelo de planificação da atividade letiva a adotar por todos cursos;

Continuar a refletir em grupo mais alargado a planificação dos programas das diferentes disciplinas para melhorar a articulação interdisciplinar;

Assegurar a articulação curricular;

Elaborar o Plano Anual de atividades em função dos domínios e ação estratégica do PE;

Investir na eficácia da comunicação, através da promoção de reuniões periódicas de forma a proporcionar a gestão e avaliação dos conteúdos programáticos e mobilizar para a exequibilidade de projetos conjuntos

Melhorar a exploração integrada de conteúdos por área e curso;

Aumentar/melhorar a articulação de competências nas atividades práticas.


INDICADORES DE AVALIAÇÃO
  Garantir que as planificações modulares têm em consideração a articulação vertical e horizontal.

Criação e execução de um projeto integrado de turma
Plano Anual de atividades.

Planificações modulares;

Plano de Turma;

Atas dos conselhos de turma;
  Atas das reuniões de curso;

Relatórios de atividades.

Atividades transversais realizadas
1.6. Melhoria da organização e Gestão da escola

Problemas identificados:
Problemas estruturais da escola, designadamente em termos de infra-estruturas.

Sucessivas mudanças dos normativos e restrições orçamentais que afetam o funcionamento da organização e gestão, com repercussões ao nível do impacto nas decisões tomadas.


OBJETIVOS
 

Alguma ineficiência nos processos de comunicação e disseminação de informações.

Elevado grau de burocracia.
Assegurar uma gestão integrada dos recursos da escola.

Manter a escola equipada com recursos tecnológicos modernos

Desenvolver a eficácia na gestão dos recursos humanos e materiais

Desenvolver a eficácia na gestão dos recursos materiais/financeiros


ESTRATÉGIAS / AÇÕES
  Otimizar o sistema de gestão da qualidade;

Otimizar os canais comunicacionais e a circulação da informação;

Otimizar os processos de autoavaliação e monitorização de processos e serviços
Divulgação periódica das atividades mais significativas desenvolvidas a toda a comunidade educativa e meio envolvente.

Promoção de uma utilização competente das novas tecnologias de informação.

Consolidação da atual metodologia de circulação da informação implementada, generalizando o recurso à plataforma Moodle, ao E-mail institucional e à página Internet.

Adequar a distribuição do serviço letivo às competências/perfil dos docentes;

Rentabilizar os recursos humanos no sentido de melhorar a resposta ao nível da eficácia administrativa e da ação educativa em geral.

Promover comportamentos amigos do ambiente e simultaneamente reduzir consumos através da utilização privilegiada da comunicação via Eletrónica;


METAS
  Realização de uma gestão eficaz dos recursos humanos e materiais, através da identificação de necessidades e prioridades.

Estruturação, adequação e organização dos tempos letivos e dos espaços físicos, tendo em conta o interesse dos alunos e o sucesso das atividades.

Reforçar os processos de comunicação e dos circuitos internos de divulgação da informação.

Responsabilização de toda a comunidade escolar para o cumprimento do Regulamento Interno.

Promoção de reuniões entre a direção e as estruturas intermédias.

Implementação de rotinas de melhoria continua.

Diminuição da burocracia.
Melhorar a gestão democrática e participada, garantindo as condições de trabalho;

Reduzir o número de intervenções técnicas;

Aumentar/melhorar os recursos tecnológicos existentes.

Construir uma rede eficaz de comunicação integrada.

Garantir a avaliação do funcionamento dos processos e serviços.

Garantir o funcionamento dos serviços através de uma mobilização dos recursos humanos da Escola.


INDICADORES DE AVALIAÇÃO
  Garantir eficácia na divulgação por meios eletrónicos das decisões que envolvem a comunidade educativa.

Valorizar o desempenho das lideranças intermédias.

Aprimorar os sistemas de avaliação de desempenho.

Reduzir o número de instrumentos de trabalho em 5%.
Inventário dos equipamentos e recursos físicos existentes na escola

Nível de qualidade das instalações e dos equipamentos afetos à formação;

Nível de adequabilidade dos equipamentos face à evolução tecnológica e quanto ao número necessário.
  Registos de não conformidades no programa M-Escolas;

Relatórios de avaliação de desempenho de professores;

Relatórios de avaliação de desempenho de funcionários.
1.7. Recursos Humanos

Problemas identificados:
Dificuldade na criação de procedimentos para a avaliação de desempenho de professores e funcionários.

Deficiente sistema de divulgação dos resultados da avaliação de desempenho.


OBJETIVOS
 


Dificuldade na articulação de horários de trabalho com horários de formação.
Assegurar uma formação contínua de qualidade ao pessoal docente e não-docente.

Formar os recursos humanos tendo em conta as necessidades da escola.

Ampliar as competências científicas, pedagógicas, tecnológicas e comunicacionais dos recursos humanos.


ESTRATÉGIAS / AÇÕES
  Melhorar o sistema de avaliação de desempenho de professores e funcionários.

Criar novos mecanismos de divulgação das ofertas de emprego e tratamento de candidaturas recebidas.
Promoção de ações de formação creditada (interna e / ou externa), para os professores.

Promoção de ações de formação creditada (interna e / ou externa, para os funcionários.

Otimização do sistema da avaliação de desempenho dos funcionários.


METAS
  Criação de uma equipa de trabalho para a avaliação de desempenho de professores.

Criação de regulamento específico para a avaliação de desempenho.
Promover anualmente formação que abranja 30% dos recursos humanos da escola.

Direcionar a formação dos recursos humanos às necessidades específicas diagnosticadas.


INDICADORES DE AVALIAÇÃO
  Melhorar o sistema de divulgação dos resultados da avaliação de desempenho.

Criar uma base de dados de candidatura a emprego por área de formação.
Plano anual de Formação.

Participação em ações promovidas por entidades parceiras da Escola.

Certificados de formação emitidos pela escola e outras entidades formativas.

Número de ações de formação realizadas.

Número de participantes nas ações realizadas.
  Base de dados de candidatura a emprego.

Número de anúncios publicados.

Regulamento da avaliação de desempenho.

Número de pedidos de reapreciação da avaliação de desempenho.
Para alcançar com sucesso os objetivos supra citados, a EPI compromete-se a realizar:


Estudo e diagnóstico de necessidades de formação
a) Identificar as características do tecido produtivo do território alvo e as respetivas dinâmicas sociais;
b) Identificar as necessidades de formação, face às necessidades do mercado de trabalho;
c) Identificar as expectativas dos formandos e as necessidades individuais de formação;
d) Conceber, desenvolver ou aplicar metodologias e instrumentos de diagnóstico de necessidades de formação, em termos gerais ou específicos;
e) Auscultar os parceiros sociais sobre necessidades de formação.

  Planeamento de atividades educativas, formativas e de certificação de competências
a) Planear intervenções formativas e de certificação, por níveis de formação, áreas temáticas, modalidades e formas de organização da formação;
b) Fixar os objetivos a atingir, em termos qualitativos e quantitativos, em interligação com o tecido económico e social;
c) Definir a cronologia global de realização das intervenções;
d) Definir, na generalidade, a preparação científica, técnica e pedagógica dos agentes a envolver nas intervenções;
e) Estimar os meios necessários, designadamente, humanos, pedagógicos, materiais e financeiros;
f) Emitir pareceres e aconselhar os órgãos de gestão sobre instrumentos de planeamento.
Conceção de programas, instrumentos e suportes formativos
a) Identificar os objetivos gerais e específicos de cada intervenção;
b) Definir os programas, os respetivos conteúdos e a duração das intervenções, tendo em atenção a sua adequação ao público-alvo;
c) Definir as fases distintas de progressão e integração cultural e socioprofissional por que devem passar os destinatários da formação;
d) Conceber ou identificar metodologias pedagógicas, instrumentos e packages de formação, facilitadores da aprendizagem;
e) Conceber ou identificar a documentação de apoio e os respetivos meios de divulgação, nomeadamente quando em presença de redes ou novos recursos tecnológicos, que permitam aprendizagens partilhadas, em espaços geograficamente distintos;
f) Utilizar o E-learning como promotor de aprendizagem colaborativa.

  Organização e promoção de atividades formativas
a) Definir os quadros de programação física e cronológica de realização de cada intervenção/atividade;
b) Promover o agenciamento e a articulação das diferentes competências, entidades intervenientes, meios pedagógicos e recursos envolvidos no processo formativo;
c) Assegurar os equipamentos e materiais pedagógicos de apoio ao desenvolvimento das intervenções, bem como os meios logísticos de funcionamento;
d) Promover a orientação vocacional/profissional, o recrutamento e a seleção dos formandos;
e) Assegurar a documentação promocional das intervenções e a sua divulgação, de forma adequada ao público-alvo visado e aos meios de comunicação disponíveis;
f) Organizar e gerir a informação relativa à atividade formativa;
g) Assegurar meios complementares de consulta e pesquisa de informação;
Desenvolvimento e execução de atividades formativas
a) Assegurar o desenvolvimento/execução das intervenções e atividades formativas;
b) Adaptar ao contexto formativo e operacionalizar as metodologias pedagógicas, os instrumentos facilitadores da aprendizagem e, se for caso disso, adotar metodologias de despistagem vocacional e de orientação profissional;
c) Assegurar a preparação temática nos âmbitos científico, técnico e prático dos formadores e demais agentes difusores;
d) Assegurar a preparação pedagógica dos agentes envolvidos nas intervenções, designadamente, formadores, tutores, coordenadores, supervisores e diretores;
e) Assegurar a realização de atividades extra curriculares, de apoio aos formandos.

  Acompanhamento e avaliação de atividades formativas
a) Analisar a conformidade dos resultados da formação, face aos objetivos fixados, nomeadamente ao nível da adesão dos formandos e da aquisição de conhecimentos e competências;
b) Identificar os impactos mediatos da formação, no desempenho dos formandos, na dinâmica das equipas de trabalho, nos resultados e na cultura da organização;
c) Avaliar os resultados e os impactos da formação na inserção socioprofissional dos formandos, designadamente aos níveis da evolução das qualificações, da empregabilidade e da integração social, através de um observatório interno que acompanha o percurso dos alunos após a saída da escola, pelo menos durante dois anos;
d) Emitir pareceres sobre atividades desenvolvidas.
Outras formas de intervenção sociocultural ou pedagógica, preparatórias ou complementares da atividade formativa ou facilitadoras do processo de socialização profissional
a) Realizar estudos de caracterização das condições económicas, psicossociais e culturais de regiões, comunidades ou grupos alvo, identificando as suas problemáticas, necessidades e/ou potencialidades, bem como as abordagens e intervenções mais adequadas;
b) Desenvolver ações/atividades de sensibilização, informação/orientação e/ou preparação dos grupos alvo, enquanto processos facilitadores do despiste de interesses e vocações, da adesão do público-alvo às intervenções formativas e da sua posterior eficácia;
c) Desenvolver formas específicas de acompanhamento e apoio (psicossocial e logístico), no decurso e na sequência das intervenções formativas;
d) Desenvolver estratégias integradas de intervenção em comunidades ou grupos alvo específicos, facilitadoras ou complementares do processo de formação e integração socioprofissional;
e) Desenvolver intervenções assentes em metodologias e formas de organização, promotoras de integração e readaptação socioprofissional;




  Formas de organização da formação - formação à distância
a) Desenvolver o processo tendente à conceção de intervenções, programas, instrumentos e suportes formativos;
b) Promover a organização, a promoção e o desenvolvimento/execução de intervenções ou atividades formativas;


Gestão da qualidade, ambiente e responsabilidade social
a) Assegurar o compromisso com o desenvolvimento e implementação do Sistema de Gestão da Qualidade – SGQ, Ambiente e Responsabilidade Social;
b) Promover a descrição dos processos do SGQ, ambiente e responsabilidade social;
c) Definir a metodologia para identificação de anomalias e controlo de ocorrências;
d) Definir a metodologia para garantir o processo da melhoria contínua do SGQ, ambiente e responsabilidade social;
e) Definir anualmente os objetivos da qualidade, ambiente e responsabilidade social;
f) Promover a aprovação da lista de impressos dos diversos processos;
g) O CQEP, no âmbito da sua Autoavaliação, implementou o modelo CAF.
Relações institucionais e empresariais
a) Assegurar as relações da Escola com os Organismos do Estado e as instituições autárquicas;
b) Assegurar as relações da Escola com outros operadores de informação;
c) Assegurar as relações da Escola com outras congéneres transnacionais;
d) Assegurar as relações da Escola com as associações representativas do sector, quer a nível nacional quer transnacional;
e) Assegurar as relações da Escola com as Empresas do meio.


A EPI empenhar-se-á na prossecução destes objetivos e atividades.
   
 
 

 

 
     
   
 
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